O Festival do Guará chega à Praça das Artes, no centro do Guará I. A praça, que já foi um importante espaço cultural guaraense, estava abandonada nos últimos anos. Mas, como preparação para receber o festival, foi…

O Festival do Guará chega à Praça das Artes, no centro do Guará I. A praça, que já foi um importante espaço cultural guaraense, estava abandonada nos últimos anos. Mas, como preparação para receber o festival, foi revitalizada pela Administração do Guará e vai voltar a ser um ponto de encontro de artistas da cidade.
A partir das 14h, brinquedos infláveis, exposição de artesanato e brincadeiras ocupam a praça, e às 17h, começam as apresentações.
A primeira a apresentar-se é a contadora de histórias, pedagoga e escritora guaraense Megr Neres. Ela é uma das fundadoras do projeto Histórias na Praça, que acontece uma vez por mês na praça da QE 04 do Lúcio Costa, e é agente da Mala do Livro.
Às 18h, apresenta-se a cantora e compositora Carol Nóbrega, apresentando o show do disco Éter, recém-lançado. Em suas composições gosta de falar sobre pontos de vista emocionais e espirituais muitas vezes difíceis de acessar. Ela sobe ao palco para entregar para o público um show que vai dos toques percussivos da Bahia ao rock pesado do DF. “Um show que faz a fusão de vários estilos e sensações, promete e entrega o universo etérico criado com tanto carinho por essa equipe de artistas”, explica Carol.
E para encerrar as apresentação do dia 30 de março, a cantora Mariana Camelo, cujo trabalho permeia diversas vertentes como rock, hard rock, blues, pop e música brasileira, tanto nas canções autorais, quanto em releituras de músicas consagradas mundialmente. Em suas composições, Mariana mescla suas emoções com questões climáticas do cerrado e nuances astrológicas, como pode ser conferido no seu último álbum lançado, o EP Baile das Águas.
Ao longo de todo o dia a praça recebe intervenção artística do grafiteiro Ranuk, também idealizador do coletivo Graffiti da Capital, desde 2015. Participa e promove eventos de graffiti que ajuda artistas a divulgarem seus trabalhos nas comunidades, gerando apreço da sociedade pela arte de rua. “Utilizo traços e curvas para realizar pinturas em muros e paredes, transmitindo diferentes ideias, com a intenção de interferir na paisagem das áreas urbanas e promover uma interação entre estruturas, arte e comunidade”, conta o artista.
Festival do Guará
Praça da QI 20, na Praça das Artes, na avenida central do Guará I
Sábado, 30 de março, as 14h às 21h
Classificação livre
Programação completa em doguara.com.br

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