O método Wolbachia vai complementar as estratégias de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. A medida é prevista pela Lei nº 7.306, publicada no dia 26 de…

O método Wolbachia vai complementar as estratégias de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. A medida é prevista pela Lei nº 7.306, publicada no dia 26 de julho no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
A técnica consiste na liberação de mosquitos Aedes aegypti contaminados com bactérias Wolbachia, um micro-organismo que reduz o potencial para a transmissão das doenças. Com o tempo, a expectativa é a de que a população de mosquitos incapazes de transmitir dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana seja maior que a dos potencialmente transmissores. Vale destacar que a técnica não traz riscos para os humanos.
“É um método comprovadamente eficaz, que pode vir a somar com as outras estratégias já utilizadas”, afirma o diretor de vigilância ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF), Jadir Costa Filho. Não há um prazo para início das atividades na capital, mas foi iniciado o diálogo com pesquisadores que desenvolveram o método, já aplicado em estados e municípios do Brasil.
Atualmente, a SES-DF realiza diferentes ações contra ao mosquito, com mais de 28 veículos para a aplicação de inseticida (fumacê) e cerca de 700 servidores para a visitação de imóveis, onde realizam combate a larvas, aplicação de larvicidas e ações educativas. Ainda neste ano, também foram realizadas atividades em apoio a municípios no Entorno do DF.
De acordo com Costa Filho, o engajamento da população continua a ser a medida mais eficaz para conter o Aedes aegypti. “A grande maioria dos mosquitos está em casas, lojas, apartamentos, prédios comerciais e lotes. Um mínimo de dez minutos por semana que o cidadão usar para vistoriar seu imóvel, localizando e acabando com possíveis depósitos, continua sendo a principal ação de combate”, explica.

Iniciativa da startup do Guará incentiva a reciclagem, gera renda para catadores e distribuirá álbuns oficiais em escolas da região.

A rede pública do DF oferece canais de emergência, denúncia, acolhimento e assistência psicológica, jurídica e social. Veja onde conseguir apoio.

Há oportunidades com salários de até R$ 5 mil em diversas regiões administrativas. Interessados podem se cadastrar pelo aplicativo ou em uma das 16 agências do DF.
Jornalismo local e independente há mais de três décadas, cobrindo a vida do Guará e do Distrito Federal com profundidade, criatividade e compromisso público.
© 2026 Jornal do Guará · Todos os direitos reservados · CNPJ 05.432.117/0001-42