O uso de sistema de reconhecimento facial em áreas públicas foi regulamentado nesta quarta-feira (11 de novembro) no Distrito Federal. Regras para a implementação da tecnologia saíram no Diário Oficial do DF. As normas…

O uso de sistema de reconhecimento facial em áreas públicas foi regulamentado nesta quarta-feira (11 de novembro) no Distrito Federal. Regras para a implementação da tecnologia saíram no Diário Oficial do DF. As normas constam na Lei nº 6.712 que detalha como deve ser o uso da tecnologia de reconhecimento facial (TRF). Entre as determinações, está a de que os equipamentos precisam ser instalados em locais públicos e com a devida identificação.
A utilização de TRF consiste no rastreamento dos movimentos físicos ou imagens estáticas. A tecnologia pode ajudar a identificar uma determinada pessoa em um ou mais locais públicos. A lei veda o uso da tecnologia para vigilância contínua, em qualquer hipótese. A norma também estabelece que todas as identificações positivas geradas pelo sistema de reconhecimento facial devem ser revisadas por um agente público antes de qualquer ação decorrente.

O aumento da insegurança pública, provocado principalmente pela venda e consumo de drogas, tem estimulado a população a buscar novos e seguros meios de proteção, sem a necessidade do uso de armas. E o principal deles tem sido a utilização de câmeras de videomonitoramento, que acabam inibindo a ação dos marginais onde estão instaladas. Além de desestimular a prática de crimes, imagens de câmeras tem ajudado a polícia a desvendar crimes e a identificar bandidos. Antes, de uso restrito às residências e aos estabelecimentos empresariais, o videomonitoramento está ganhando também as ruas, como um reforço cada vez mais importante da segurança pública. Nem mesmo a preocupação com a possível perda da privacidade tem feito a população deixar de aplaudir e estimular o uso de câmeras em todos os locais possíveis.
Considerada uma das regiões mais seguras do Distrito Federal, Guará caminha para reduzir ainda mais os seus índices de criminalidade com a instalação do novo sistema de videomonitoramento público, implantado nos pontos mais vulneráveis à ação e fuga de bandidos. A partir de agora, as 31 modernas câmeras OCR (tecnologia que reconhece caracteres a partir de um arquivo de imagem ou mapa de bits, sejam eles escaneados, escritos à mão, datilografados ou impressos, a grandes distâncias), podem identificar a placa de qualquer veículo que usa os acessos da cidade (menos, por enquanto, o acesso entre a expansão do Guará II, condomínio Iapi e via EPNB).
Através das imagens, controladas por uma central de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública e outra no 4º Batalhão da Polícia Militar do Guará, a polícia tem condições de saber se um veículo saiu ou não da cidade ou para que sentido foi.

Parceria entre CEB IPes e PMDF reforça ações de inteligência para combater o furto de cabos e a receptação de materiais, prática que durante anos teve no Guará um dos principais pontos de escoamento do DF

A rede pública do DF oferece canais de emergência, denúncia, acolhimento e assistência psicológica, jurídica e social. Veja onde conseguir apoio.

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