A concessão do Complexo Esportivo e de Lazer do Guará, o Cave, para a iniciativa privada foi debatida na sexta-feira passada, 18 de junho, em audiência pública remota da Câmara Legislativa. A iniciativa foi do deputado…

A concessão do Complexo Esportivo e de Lazer do Guará, o Cave, para a iniciativa privada foi debatida na sexta-feira passada, 18 de junho, em audiência pública remota da Câmara Legislativa. A iniciativa foi do deputado Leandro Grass (Rede), morador da cidade, em uma tentativa de deixar mais claro o processo, que, segundo ele, precisa servir tanto para a população quanto para a revitalização de um espaço histórico do Guará.
Com a questão sendo trabalhada há cinco anos, Grass lembrou que é necessário a decisão por uma PPP que seja, de fato, uma parceria. “Se for mais interessante ao setor privado do que ao público, não pode ser chamado de parceria. Precisa continuar servindo ao Guará”, disse.
Em uma audiência que contou com a presença do governo do DF, representado pelo secretário e subsecretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade e Eduardo Amaral, respectivamente, e pelo subsecretário de Esporte, Flamarion Araújo, houve pouco detalhamento sobre os termos da concessão, o que não agradou aos moradores da cidade que partiparam da discussão remota.
O deputado sugeriu que poderia ter sido pensada uma gestão compartilhada entre governo e sociedade civil nos instrumentos que não entrarem na concessão. “A gente sabe que o investimento ali é enorme, mas tem o dinheiro da venda da CEB. E nem tudo precisa levar ao setor privado. Por que não deixa alguns itens separados da concessão para uma gestão compartilhada com a sociedade?”, propôs.

Rênio Quintas, maestro e coordenador do Fórum de Cultura do DF, critica a decisão pela PPP por ser contra a Lei Orgânica da Cultura. Ele lembra que um espaço cultural público, como o Teatro de Arena, não pode ser encerrado sem que um semelhante seja construído, de acordo com a legislação. Além disso, acredita que apenas o setor privado será atendido em uma concessão. “PPP está inflada com ilegitimidade e ilegalidade. Estão atendendo exclusivamente ao setor privado. Não nos ouviram”, ressalta.

Após três anos à frente da Subsecretaria da Mulher, a auditora fiscal Renata Daguiar despediu-se na semana passada do Governo do Distrito Federal. Como esperado, a gestora fez sua descompatibilização com o Poder…

Mãe da pequena Manu, de pouco mais de um ano, e mãe de coração da jovem Kate; Renata Daguiar contabiliza ter impactado 70 mil mulheres (em sua maioria, mães) com diversas ações voltadas à proteção, capacitação,…

Advogado, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) e pré-candidato ao Governo do Distrito Federal pelo Partido Novo, Francisco Queiroz Caputo Neto, o Kiko Caputo, afirma que entrou na…